Um estudo publicado na Revista Brasileira de Economia, da FGV, aponta que o endividamento público brasileiro em patamares superiores a 71,5% do PIB prejudica a eficácia da política monetária. Segundo a análise, quando a dívida supera esse limite, o Banco Central perde parte de sua capacidade de controlar a inflação apenas por meio de ajustes na taxa Selic. Como resultado, a autoridade monetária é forçada a elevar a taxa básica de juros de forma mais intensa para compensar as pressões fiscais existentes. A pesquisa destaca que a sustentabilidade das contas públicas é um pilar fundamental para a estabilidade econômica, sugerindo que a falta de controle fiscal impõe um custo mais elevado para o combate à inflação, impactando diretamente a dinâmica dos juros no país.
30 abr, 10:10
7 abr, 12:05
31 mar, 10:03
18 mar, 19:01
2 fev, 13:01
Carregando comentários...