O ministro Guilherme Boulos reiterou sua posição contrária à resistência do setor privado quanto ao fim da escala de trabalho 6x1. Em declarações recentes, o ministro classificou as preocupações empresariais como 'terrorismo patronal' e afirmou que o governo não apoia a criação de períodos de transição para a adaptação das empresas, defendendo a adoção imediata da jornada de 40 horas semanais. O governo busca agilizar o processo e o projeto já tramita com regime de urgência. Enquanto o ministro José Guimarães ficou responsável pela articulação junto ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, Boulos também pressionou o senador Flávio Bolsonaro a se manifestar publicamente sobre o tema. O debate acirra o atrito entre o governo e entidades empresariais, que alertam para possíveis impactos operacionais e custos adicionais decorrentes da alteração no regime de trabalho.
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