Relatos recentes reforçam que o Irã teria adquirido golfinhos treinados em programas militares da antiga União Soviética, com a transação intermediada pela Ucrânia na década de 1990. A inteligência americana investiga se esses animais, historicamente adestrados para atacar mergulhadores e embarcações, poderiam ser utilizados para romper o bloqueio naval no Golfo Pérsico. Embora o ex-presidente iraniano Akbar Hashemi Rafsanjani tenha negado em suas memórias que a importação tivesse fins militares, o tema gera preocupações sobre táticas de guerra não convencionais. O uso de mamíferos marinhos em operações de defesa é um método com precedentes, sendo mantido por potências como Estados Unidos e Rússia, que intensificou o emprego de golfinhos no porto de Sebastopol após a invasão da Ucrânia. O caso destaca a persistência de tecnologias da Guerra Fria adaptadas ao cenário geopolítico atual.
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