O mercado financeiro brasileiro operou sob pressão nesta sessão, com o dólar comercial avançando para R$ 4,901 e a Bolsa de Valores registrando queda. O movimento é reflexo direto da aversão ao risco global, intensificada pela escalada das tensões no Oriente Médio e pelo conflito envolvendo o Irã, que pressionam os preços do petróleo e favorecem a moeda americana. A cautela é reforçada pela expectativa de que o Federal Reserve mantenha os juros em patamares elevados nos Estados Unidos, limitando o apetite por ativos de risco em mercados emergentes.
No cenário doméstico, o foco dos investidores voltou-se para a divulgação do IPCA de abril, que apresentou alta de 0,67%. O índice ficou ligeiramente abaixo das projeções do mercado, resultando em uma inflação acumulada de 4,39% nos últimos 12 meses. Apesar do dado inflacionário local, o diferencial de juros, com a Selic em 14,50%, continua a oferecer suporte ao real. Contudo, a combinação entre a incerteza geopolítica externa e o balanço financeiro da Petrobras mantém o ambiente volátil, com investidores ajustando posições diante de um cenário macroeconômico global ainda desafiador.
Times Brasil • 12 mai, 17:34
UOL - Economia • 12 mai, 17:03
InfoMoney • 12 mai, 09:14
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