Maternidade cria barreiras profissionais para 80% das mulheres líderes
Estudos apontam que a maioria das mulheres em cargos de comando enfrenta obstáculos estruturais e renúncias pessoais para conciliar carreira e família.
Pontos principais
- Cerca de 79% das mulheres em posições de liderança relatam dificuldades profissionais ligadas à maternidade.
- Apenas 29% das posições de C-level são ocupadas por mulheres, evidenciando estagnação na liderança corporativa.
- O fenômeno 'broken rung' aponta barreiras logo na primeira promoção para cargos de gerência.
- Dados indicam que 74% das mulheres sacrificam o autocuidado e 53% abrem mão de tempo com a família para crescer na carreira.
- A carga mental e a responsabilidade pelo cuidado doméstico permanecem como desafios centrais para a retenção de talentos femininos.
A maternidade e a sobrecarga de responsabilidades domésticas continuam sendo fatores determinantes para a desigualdade no mercado de trabalho, afetando 79% das mulheres em cargos de liderança. Levantamentos recentes indicam que a ascensão profissional feminina é acompanhada por renúncias significativas, como a redução do tempo com a família e o sacrifício do autocuidado. Esse cenário é agravado pelo fenômeno 'broken rung', que bloqueia o progresso feminino logo na primeira promoção para gerência, mantendo a presença de mulheres em cargos de C-level estagnada em apenas 29%. Além das barreiras estruturais, o aumento de afastamentos por transtornos mentais em 2025 reforça a urgência de políticas corporativas mais flexíveis. A adoção de modelos de trabalho híbridos é apontada como uma ferramenta essencial para mitigar esses impactos e promover um ambiente mais equitativo para profissionais que equilibram carreiras de alta exigência com a maternidade.
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