A maternidade e a sobrecarga de responsabilidades domésticas continuam sendo fatores determinantes para a desigualdade no mercado de trabalho, afetando 79% das mulheres em cargos de liderança. Levantamentos recentes indicam que a ascensão profissional feminina é acompanhada por renúncias significativas, como a redução do tempo com a família e o sacrifício do autocuidado. Esse cenário é agravado pelo fenômeno 'broken rung', que bloqueia o progresso feminino logo na primeira promoção para gerência, mantendo a presença de mulheres em cargos de C-level estagnada em apenas 29%. Além das barreiras estruturais, o aumento de afastamentos por transtornos mentais em 2025 reforça a urgência de políticas corporativas mais flexíveis. A adoção de modelos de trabalho híbridos é apontada como uma ferramenta essencial para mitigar esses impactos e promover um ambiente mais equitativo para profissionais que equilibram carreiras de alta exigência com a maternidade.
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