Uma pesquisa revela que a autonomia financeira é a principal prioridade para as mulheres, apesar das persistentes desigualdades e discriminação no mercado de trabalho.
Uma pesquisa recente, intitulada "Mulheres e Mercado de Trabalho", destaca que a autonomia financeira é a principal prioridade para 37,3% das mulheres, superando a saúde mental e física e a realização profissional. Essa prioridade é vista como um pilar fundamental para a liberdade de escolha e para a capacidade de sair de relacionamentos abusivos, evidenciando a busca por independência e segurança.
No entanto, o estudo também revela que o mercado de trabalho ainda é marcado por profundas desigualdades e discriminação. Mulheres, apesar de frequentemente mais qualificadas, relatam serem preteridas em promoções, especialmente mães, e enfrentam violência psicológica, como comentários sexistas e interrupções em reuniões. Essa realidade adversa leva muitas a considerar desistir, e a presença feminina em cargos de liderança permanece drasticamente baixa, com apenas 5,6% alcançando posições de diretoria ou C-level.