O mercado de vestuário na Argentina enfrenta uma crise de competitividade que impulsiona consumidores a buscarem alternativas no exterior, especialmente em destinos como Miami. Com preços significativamente mais altos internamente, o governo de Javier Milei tem adotado medidas de abertura comercial, reduzindo tarifas de importação de 35% para 20% e facilitando compras via courier para pressionar a redução de valores. Essa política, contudo, gera tensões no setor têxtil local, que atribui os custos elevados à alta carga tributária e a desafios estruturais. Dados da Câmara da Indústria Têxtil indicam um cenário crítico, com o fechamento de 1.600 lojas e a perda de 10 mil empregos formais. Especialistas alertam que a abertura agressiva, sem um período de transição, pode comprometer a sobrevivência de empresas locais que, sob condições diferentes, poderiam ser competitivas.
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