A política de abertura comercial implementada pelo governo de Javier Milei tem gerado uma crise estrutural na indústria de autopeças argentina. Dados do setor indicam que a fabricação local de componentes recuou 22,5% no início de 2026, acompanhando a queda de 30,1% na produção de veículos. O cenário é agravado pela substituição da manufatura nacional por importações, especialmente da China, que registraram um salto de 80,9% em 2025. O impacto social é significativo, com a perda de 4.100 postos de trabalho diretos e a reestruturação de operações de gigantes como SKF, Dana e Nissan. Com um déficit setorial de US$ 9,043 bilhões, entidades industriais alertam que a alta carga tributária e a falta de competitividade impedem a recuperação, pressionando a balança comercial do país e desafiando a viabilidade da cadeia produtiva local sob as novas diretrizes econômicas.
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