O ativista brasileiro Thiago Ávila e o espanhol Saif Abu Keshek foram oficialmente deportados pelas autoridades de Israel após dias sob custódia. A confirmação da expulsão foi feita pelo Ministério das Relações Exteriores israelense neste domingo, encerrando o impasse diplomático iniciado em 30 de abril, quando a embarcação em que viajavam foi interceptada em águas internacionais próximas à ilha de Creta. O grupo integrava a Flotilha Global Sumud, que buscava levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza, uma iniciativa que Israel classifica como uma violação de suas medidas de controle de acesso à região do conflito.
Durante o período de detenção, a organização Adalah denunciou que os ativistas foram mantidos em isolamento, sofreram maus-tratos e realizaram greve de fome em protesto contra a prisão. O governo israelense justificou a medida alegando suspeitas de vínculos com grupos terroristas, acusações negadas pelos envolvidos e seus representantes. O presidente Lula classificou a detenção como uma afronta ao direito internacional, aumentando a pressão diplomática que culminou na liberação e deportação dos ativistas para seus respectivos países.
Folha de São Paulo - Mundo • 10 mai, 02:39
Agência Brasil - EBC • 9 mai, 12:54
InfoMoney • 9 mai, 11:38
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