O ativista brasileiro Thiago Ávila retornou ao Brasil após ser deportado de Israel, onde permaneceu detido por dez dias após a interceptação da Flotilha Global Sumud. Ao desembarcar no Aeroporto de Guarulhos, onde passou por interrogatório da Polícia Federal, Ávila relatou ter sido vítima de tortura, agressões físicas e confinamento em solitária durante o período de custódia. O ativista, que participava da missão humanitária destinada a Gaza, criticou a atuação de Israel no conflito e defendeu o reconhecimento de líderes mundiais como criminosos de guerra. Em contrapartida, as autoridades israelenses negam as denúncias de maus-tratos, sustentando que as ações foram conduzidas conforme a lei. O caso, que envolveu suspeitas de auxílio ao inimigo negadas pelo ativista, gerou repercussão diplomática e levantou debates sobre a segurança de ativistas em zonas de conflito e a crise humanitária na região.
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