Um assessor do Comitê da China na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos foi alvo de uma tentativa de recrutamento por agentes de inteligência chineses. Segundo informações, o funcionário foi abordado com uma oferta de US$ 10.000 em troca de insights confidenciais sobre a atuação diplomática americana. Os supostos espiões demonstraram interesse particular em temas sensíveis, como a estratégia dos EUA para a Venezuela e o controle do mercado global de minerais de terras raras.
O episódio reforça as preocupações de segurança nacional sobre a vulnerabilidade de assessores parlamentares a operações de espionagem estrangeira. O Comitê da China, que tem liderado investigações rigorosas sobre a influência de Pequim, tornou-se um alvo prioritário para operações de inteligência. A tentativa de aliciamento destaca os desafios enfrentados pela administração do presidente Donald Trump em proteger informações estratégicas dentro do Congresso americano contra interferências externas.
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