Jornalista americano é preso sob acusação de atuar como agente da China
Thomas Pauken II foi detido nos EUA por supostamente produzir relatórios confidenciais e promover propaganda para o governo chinês.
Pontos principais
- O jornalista é acusado de elaborar relatórios confidenciais para contatos ligados ao governo de Pequim.
- Investigações do FBI indicam que Pauken utilizava o pseudônimo Tom McGregor em veículos estatais chineses.
- O réu teria recebido orientações diretas para produzir conteúdos destinados ao presidente Xi Jinping.
- A defesa nega as acusações de espionagem e vazamento de documentos secretos.
- Uma audiência judicial está agendada para 29 de maio na Virgínia para tratar de um possível acordo.
O jornalista americano Thomas Pauken II foi preso nos Estados Unidos sob a acusação de atuar como agente do governo chinês. Segundo as investigações conduzidas pelo FBI, Pauken, que utilizava o pseudônimo Tom McGregor em veículos de imprensa estatais da China, teria produzido relatórios confidenciais e promovido propaganda alinhada aos interesses de Pequim. As autoridades apontam que o jornalista recebia orientações específicas para a elaboração de conteúdos destinados ao presidente Xi Jinping. O caso ocorre em um momento de crescente escrutínio sobre a influência chinesa em solo americano, integrando uma série de investigações recentes sobre interferência estrangeira. A defesa de Pauken nega veementemente as alegações de espionagem ou o vazamento de informações sigilosas. O desdobramento jurídico do processo está previsto para o dia 29 de maio, quando ocorrerá uma audiência na Virgínia para discutir um possível acordo com a promotoria.
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