Relatórios recentes apontam que o governo da China tem intensificado suas operações de inteligência nos Estados Unidos, utilizando táticas que incluem o uso de polícia secreta e propaganda direcionada. O objetivo central dessas ações é monitorar cidadãos chineses que residem no exterior, reprimindo dissidentes e garantindo o controle sobre a narrativa oficial do país fora de suas fronteiras. Especialistas em segurança nacional destacam que essas atividades fazem parte de uma estratégia de longo prazo que se tornou mais agressiva ao longo da última década. A exposição desses casos levanta preocupações sobre a soberania e a segurança dos expatriados em solo americano, evidenciando o esforço contínuo de Pequim em exercer influência global e silenciar críticas ao seu regime político através de redes de vigilância transnacionais.
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