A Suprema Corte da Virgínia anulou um referendo de redistritamento aprovado pelos eleitores, bloqueando os Democratas de redesenhar os mapas congressionais no meio da década. A decisão representa um revés significativo para o Partido Democrata, que via no novo mapa uma oportunidade de fortalecer sua posição e combater o gerrymandering Republicano em outros estados, visando transformar sua vantagem de 6-5 na delegação da Virgínia para a Câmara em 10-1. A anulação é considerada um grande impulso para as chances dos Republicanos de manter o controle da Câmara nas eleições de meio de mandato de 2026.
Legisladores Democratas expressaram frustração e desânimo com a decisão, que reverteu os resultados de um referendo de abril que havia suspendido temporariamente a comissão independente de redistritamento do estado. A medida levanta questionamentos sobre a eficácia de gastos significativos em referendos de redistritamento, com o estado tendo investido US$ 5,2 milhões na eleição especial. Republicanos, que tentaram bloquear a votação, consideraram a medida extrema e ilegal, e a questão central do caso foi o que se qualifica como a "próxima eleição geral" sob a constituição da Virgínia. Há expectativa sobre um possível recurso dos Democratas à Suprema Corte dos EUA.
Financial Times World • 8 mai, 13:55
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