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Fazenda lidera combate ao crime organizado e lavagem de dinheiro no Brasil

O Ministério da Fazenda, sob Dario Durigan, assume papel central no combate ao crime organizado e à lavagem de dinheiro, com operações como Carbono Oculto e Compliance Zero, enquanto o governo busca capitalizar politicamente esses avanços.

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Foto: Times Brasil
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07/05 às 20:07

Pontos principais

  • O Ministério da Fazenda, liderado por Dario Durigan, tem assumido um papel central no combate ao crime organizado e à lavagem de dinheiro, tradicionalmente atribuído ao Ministério da Justiça.
  • A taxação de fundos exclusivos e offshore pela Fazenda ampliou o escrutínio sobre o mercado financeiro, ajudando a identificar movimentações suspeitas e lavagem de dinheiro.
  • Operações como Carbono Oculto (2025) e Compliance Zero revelaram esquemas de lavagem de dinheiro e fraude, com a Receita Federal atuando na investigação de crimes de colarinho branco.
  • O caso Master, envolvendo o veto de Gabriel Galípolo à compra de um banco devido a denúncias de fraude, é usado pelo governo para criticar adversários políticos, como Ciro Nogueira.
  • A atuação conjunta da Polícia Federal e Receita Federal é crucial no desmantelamento de esquemas criminosos, como o da fintech BK e a corrupção na alfândega do Porto do Rio.

O Ministério da Fazenda tem emergido como um ator central no combate ao crime organizado e à lavagem de dinheiro no Brasil. Sob a liderança de Dario Durigan, a pasta tem conduzido operações significativas, como a Carbono Oculto, que em 2025 desvendou um complexo esquema de lavagem de dinheiro envolvendo gestoras de recursos. A Receita Federal, vinculada à Fazenda, tem sido fundamental na investigação de crimes de colarinho branco, atingindo altos escalões do crime organizado e desmantelando esquemas como o da fintech BK e a corrupção na alfândega do Porto do Rio.

A atuação da Fazenda se intensificou com a taxação de fundos exclusivos e offshore, que aumentou o monitoramento do mercado financeiro e facilitou a identificação de transações suspeitas. Essa proatividade, em conjunto com a Polícia Federal em operações como Compliance Zero e Mare Liberum, demonstra uma estratégia governamental para fortalecer a segurança pública. O governo também tem utilizado casos como o Master, que envolveu o veto de Gabriel Galípolo à compra de um banco devido a denúncias de fraude, para posicionar-se politicamente e criticar adversários, como Ciro Nogueira, visando as eleições de 2026.

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