PEC do Emprego propõe mudar contribuição previdenciária de empresas
A "PEC do Emprego" busca alterar a contribuição previdenciária patronal para o INSS, substituindo a cobrança sobre a folha por uma alíquota sobre o faturamento bruto.
Pontos principais
- A proposta substitui a cobrança sobre a folha de pagamentos por uma alíquota sobre o faturamento bruto das empresas.
- A alíquota máxima sugerida para a contribuição sobre o faturamento bruto é de 1,4%.
- O objetivo é estimular a geração de empregos formais e garantir a sustentabilidade do sistema previdenciário.
- De autoria do senador Laércio Oliveira, a PEC está em discussão na CCJ do Senado e, se aprovada, entraria em vigor em 2027.
- A proposta busca equidade entre empresas com diferentes perfis de geração de empregos.
A "PEC do Emprego", de autoria do senador Laércio Oliveira (PP-SE), propõe uma mudança na forma de cobrança da contribuição previdenciária patronal para o INSS. A iniciativa visa substituir a atual contribuição sobre a folha de pagamentos por uma alíquota sobre o faturamento bruto das empresas, com um teto de 1,4%. O principal objetivo é reduzir os custos de contratação para as empresas, incentivando a geração de empregos formais no país e garantindo a sustentabilidade do sistema previdenciário.
A proposta foi tema de discussões na Frente Parlamentar do Empreendedorismo em Brasília e está em análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Se aprovada, a PEC entraria em vigor em 2027. Segundo o senador Laércio Oliveira, a alíquota universal de 1,4% foi definida após consulta ao Ministério da Fazenda e busca equalizar o tratamento entre empresas que geram muitos empregos e as de alta tecnologia com menos funcionários, com impacto neutro nas contas públicas. Especialistas avaliam a medida como "muito interessante" para a inclusão e proteção social.
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