O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) decidiu recuar na criação de 28 núcleos especializados de julgamento, conhecidos como Núcleos de Justiça 4.0. A medida, que previa a implementação de unidades judiciárias totalmente digitais, gerou controvérsia por abrir uma brecha para o pagamento de adicionais salariais, os chamados 'penduricalhos', a magistrados.
A iniciativa do TJ-PR seguia uma diretriz estabelecida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2021, que incentivava a criação desses núcleos para modernizar a Justiça. No entanto, a possibilidade de que a estrutura pudesse ser utilizada para justificar pagamentos extras levou o tribunal a reavaliar e suspender a implementação.
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