Navios da Maersk transitam pelo Estreito de Hormuz com escolta dos EUA
Dois navios comerciais da Maersk, incluindo o Alliance Fairfax, transitaram pelo Estreito de Hormuz com assistência militar dos EUA, após período de retenção.
Pontos principais
- Dois navios comerciais da Maersk, operando sob bandeira dos EUA, navegaram pelo Estreito de Hormuz.
- As embarcações contaram com assistência militar das forças armadas americanas.
- O navio Alliance Fairfax estava retido desde 28 de fevereiro, após o início da guerra liderada pelos EUA e Israel contra o Irã.
- A travessia faz parte da iniciativa "Project Freedom" do presidente Donald Trump para liberar o tráfego marítimo.
- O Estreito de Hormuz é uma rota marítima estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo e gás mundial.
Dois navios comerciais da Maersk, incluindo o Alliance Fairfax, realizaram a travessia do Estreito de Hormuz sob escolta militar dos Estados Unidos. A Maersk confirmou que o Alliance Fairfax, que operava sob bandeira americana, recebeu assistência das forças armadas dos EUA durante sua passagem. O Comando Central dos EUA (CENTCOM) anunciou que as forças armadas americanas auxiliaram dois navios com bandeira dos EUA a atravessar o Estreito de Hormuz, como parte de um esforço maior para garantir uma passagem segura na via navegável vital.
O Alliance Fairfax estava retido desde 28 de fevereiro, em meio a tensões crescentes na região após o início da guerra liderada pelos EUA e Israel contra o Irã. Sua travessia faz parte da iniciativa "Project Freedom" do presidente Donald Trump, que visa liberar navios impedidos pelo fechamento do estreito pelo Irã. A Marinha dos EUA confirmou a passagem de duas embarcações mercantes americanas e a presença de destróieres na região, enquanto o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, alertou contra uma solução militar e criticou a iniciativa.
A operação destaca a crescente preocupação com a segurança da navegação na região do Golfo Pérsico. O Estreito de Hormuz é um ponto de estrangulamento vital para o transporte global de petróleo e gás, e a presença militar dos EUA visa garantir a passagem segura de embarcações em um contexto de instabilidade regional, agravada por ataques iranianos aos Emirados Árabes Unidos e a resposta dos EUA.
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