Family offices e gestores de patrimônio no Brasil estão recalculando suas estratégias de distribuição de dividendos em resposta à nova legislação que impõe um imposto mínimo de 10% sobre distribuições mensais acima de R$ 50 mil, com vigência a partir de 2025. A medida, parte de um esforço de reforma tributária, busca aumentar a arrecadação e reduzir a concentração de renda, mas gera preocupações sobre seu impacto nos investimentos e na competitividade do mercado.
Diante desse cenário, especialistas estão explorando alternativas para otimizar a eficiência tributária. Estratégias como a antecipação de lucros ou a reestruturação de holdings estão sendo consideradas para minimizar o impacto do novo imposto. Há um sentimento de "saudosismo" em relação ao modelo anterior, que previa isenção total de imposto sobre dividendos.
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