O pré-candidato à presidência Romeu Zema anunciou que, se eleito, seu governo terá como prioridade a privatização de todas as estatais da União, incluindo empresas como Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Correios. A medida, segundo Zema, visa a reduzir a taxa de juros no país e equilibrar as contas públicas, que seriam beneficiadas pela entrada de recursos e pela diminuição de despesas com essas companhias. Além das privatizações, Zema defende a implementação de reformas administrativa e previdenciária para garantir a sustentabilidade do sistema e a saúde fiscal do Estado.
Zema também criticou a anulação da Operação Lava Jato, afirmando que a impunidade resultante contribui para casos como o do Banco Master. Ele atribuiu os juros elevados e o endividamento das famílias à política fiscal do governo Lula, que chamou de "gastança", e defendeu a redução das taxas de juros como medida econômica central. O pré-candidato expressou indignação com o Supremo Tribunal Federal (STF) e defendeu o impeachment de alguns ministros, mencionando que o próximo presidente poderá indicar até quatro novos ministros devido a aposentadorias compulsórias.
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