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Zema defende prisão e impeachment de ministros do STF e critica PT e PL

Romeu Zema, pré-candidato à Presidência, defendeu a prisão e o impeachment de ministros do STF, criticou o PL por ter "frutas podres" e acusou o PT de populismo eleitoral, citando o debate sobre a escala 6x1.

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Foto: InfoMoney
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13/04 às 16:03 · atualizado há 3m

Pontos principais

  • Romeu Zema defendeu a prisão e o impeachment dos ministros do STF Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, citando o caso Master.
  • Ele afirmou que o caso Master expôs a "podridão" no Supremo Tribunal Federal.
  • Zema criticou o Partido Liberal (PL), afirmando que a sigla possui "frutas podres" e que o Novo barra candidatos desalinhados.
  • O pré-candidato acusou o Partido dos Trabalhadores (PT) e o presidente Lula de populismo eleitoral, citando o debate sobre o fim da escala 6x1.
  • Zema defendeu a necessidade de propor novas modalidades de relações de trabalho em vez de apenas acabar com a CLT.
  • Ele criticou a gestão do presidente Lula e classificou Fernando Pimentel (PT) como o "pior governador da história" de Minas Gerais.
  • Zema está em São Paulo para apresentar as diretrizes de seu plano de governo, focado no combate à corrupção e privilégios no setor público.

O pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema, defendeu a prisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, além de seus respectivos impeachments. As declarações foram feitas em um contexto de investigações do caso Master, que apura ligações entre um banqueiro e membros da Corte. Zema afirmou que o caso expôs a "podridão" no STF e que a corte já "estava cheirando mal" há alguns anos. Pedidos de impeachment contra os ministros por supostos crimes de responsabilidade já foram apresentados no Senado.

Zema também aproveitou a ocasião para reiterar sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto em 2026. Ele criticou o Partido Liberal (PL), afirmando que há "frutas podres" em outros partidos e que o Novo, sua legenda, mantém critérios mais rigorosos para seus membros, posicionando-se como líder do partido "mais à direita do Brasil". O pré-candidato acusou o Partido dos Trabalhadores (PT) e o presidente Lula de populismo eleitoral, citando o debate sobre o fim da escala 6x1 como exemplo, e atacou Fernando Pimentel (PT), classificando-o como o "pior governador da história" de Minas. Zema defendeu a necessidade de propor novas modalidades de relações de trabalho, em vez de apenas acabar com a CLT, e comparou a situação atual do Brasil com a de Minas Gerais em 2018, atribuindo as crises moral, econômica e de segurança à "fórmula do PT".

Em São Paulo, Zema apresentou as diretrizes de seu plano de governo para a Presidência, elaborado com o Instituto Libertas. O documento foca no combate à corrupção e ao enfrentamento de privilégios no setor público, buscando oferecer "soluções concretas" para os desafios do país.

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