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Zema mantém candidatura à Presidência e propõe reforma no STF

Romeu Zema, pré-candidato do Partido Novo, reafirmou sua intenção de concorrer à Presidência, descartando ser vice e propondo uma reforma no STF com idade mínima e mandato limitado.

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Foto: InfoMoney
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16/04 às 14:01 · atualizado há 3m

Pontos principais

  • Romeu Zema confirmou sua pré-candidatura à Presidência pelo Partido Novo, negando ser vice de Flávio Bolsonaro ou em qualquer outra chapa.
  • Ele apresentou diretrizes de governo focadas em privatizações, redução da maioridade penal e nova legislação trabalhista.
  • Zema defendeu a união da direita para levar as eleições ao segundo turno e prometeu anistia aos condenados pelo 8 de janeiro.
  • O pré-candidato propôs uma reforma no Supremo Tribunal Federal (STF) com idade mínima de 60 anos, mandato limitado e fim das decisões monocráticas e do foro privilegiado.
  • Na segurança pública, Zema defende políticas inspiradas em Nayib Bukele para combater facções criminosas.

Romeu Zema, pré-candidato à Presidência pelo Partido Novo, reafirmou sua intenção de levar a candidatura até o fim, descartando a possibilidade de ser vice de Flávio Bolsonaro ou em qualquer outra chapa. Durante o evento "O Brasil sem intocáveis", Zema apresentou as diretrizes de seu plano de governo, que incluem propostas como a privatização de empresas estatais, a redução da maioridade penal para 16 anos e a criação de uma nova legislação trabalhista. Ele também defendeu a união da direita para garantir que as eleições sejam decididas no segundo turno.

Entre as propostas de maior destaque, Zema reiterou sua defesa pela anistia dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. O pré-candidato propôs uma reforma no Supremo Tribunal Federal (STF) como sua primeira medida caso seja eleito, com ideias como idade mínima de 60 anos para ministros, mandato limitado e o fim das decisões monocráticas e do foro privilegiado para a maioria dos cargos. Na segurança pública, Zema defende a revisão da maioridade penal e políticas inspiradas em Nayib Bukele para combater facções criminosas. O plano econômico, coordenado por Carlos da Costa, prevê um Estado mínimo, privatização total de estatais e reformulação de programas sociais como o Bolsa Família, além de flexibilizar a CLT para permitir novos modelos de trabalho e jornadas superiores a oito horas diárias, mantendo o limite semanal.

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