Romeu Zema, pré-candidato à Presidência pelo Partido Novo, reafirmou sua intenção de levar a candidatura até o fim, descartando a possibilidade de ser vice de Flávio Bolsonaro ou em qualquer outra chapa. Durante o evento "O Brasil sem intocáveis", Zema apresentou as diretrizes de seu plano de governo, que incluem propostas como a privatização de empresas estatais, a redução da maioridade penal para 16 anos e a criação de uma nova legislação trabalhista. Ele também defendeu a união da direita para garantir que as eleições sejam decididas no segundo turno.
Entre as propostas de maior destaque, Zema reiterou sua defesa pela anistia dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. O pré-candidato propôs uma reforma no Supremo Tribunal Federal (STF) como sua primeira medida caso seja eleito, com ideias como idade mínima de 60 anos para ministros, mandato limitado e o fim das decisões monocráticas e do foro privilegiado para a maioria dos cargos. Na segurança pública, Zema defende a revisão da maioridade penal e políticas inspiradas em Nayib Bukele para combater facções criminosas. O plano econômico, coordenado por Carlos da Costa, prevê um Estado mínimo, privatização total de estatais e reformulação de programas sociais como o Bolsa Família, além de flexibilizar a CLT para permitir novos modelos de trabalho e jornadas superiores a oito horas diárias, mantendo o limite semanal.
InfoMoney • 16 abr, 14:46
Folha de São Paulo - Política • 16 abr, 13:24
G1 Política • 16 abr, 12:57
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