O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, manifestou-se em seu perfil no X contra as declarações de Donald Trump, que sugeriu uma possível intervenção militar na ilha caribenha após o término do conflito com o Irã. Trump, durante um evento na Flórida, mencionou a possibilidade de enviar um porta-aviões para a costa cubana e ordenou novas sanções contra Havana, alegando que o governo cubano representa uma ameaça à segurança dos Estados Unidos. As sanções, que se somam ao embargo econômico de 1962 e a restrições recentes ao fornecimento de petróleo, focam em bancos estrangeiros e setores estratégicos, intensificando a pressão sobre a ilha.
Em resposta, Díaz-Canel reafirmou a defesa da soberania e independência de Cuba, declarando que o país defenderá "cada palmo do nosso território" e que nenhum agressor "não encontrará rendição". O chanceler cubano Bruno Rodríguez classificou as medidas dos EUA como "coercitivas unilaterais ilegais e abusivas". As declarações de Trump foram recebidas em Cuba em meio a manifestações do Dia do Trabalho, que também serviram como plataforma para a defesa da soberania nacional.
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