Cuba: presidente critica ampliação de sanções dos EUA ao país
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, criticou veementemente a ampliação das sanções dos Estados Unidos, impostas por Donald Trump, classificando-as como um ato de desestabilização regional e coerção econômica que afeta gravemente a população cubana.
|
03/05 às 15:24
Pontos principais
- Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba, rejeitou as novas sanções impostas pelos EUA, questionando a tolerância global a tais punições.
- As sanções foram ampliadas por uma ordem executiva de Donald Trump, visando setores-chave da economia cubana e ameaçando bancos que operem na ilha.
- Díaz-Canel descreveu a política como uma tentativa de desestabilização regional e ingerência unilateral, forçando uma escolha entre relações com Cuba e acesso ao mercado dos EUA.
- O presidente cubano conclamou governos mundiais a não tolerarem o que ele chamou de "abuso", comparando a situação à Palestina e ao Líbano.
- As sanções, especialmente o cerco energético, têm causado uma grave crise em Cuba, com apagões, limitações de transporte e desabastecimento.
- Díaz-Canel argumentou que as sanções são um "castigo coletivo" e que o bloqueio é a principal causa dos problemas do povo cubano.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Miguel Díaz-Canel (presidente de Cuba)Donald Trump (presidente dos Estados Unidos)
Lugares
CubaEstados UnidosPalestinaLíbano

