Um estudo recente aponta que a idade média dos CEOs nos Estados Unidos aumentou de 51 para 61 anos entre 2000 e 2023, com a idade média na nomeação para o cargo subindo de 48 para 55 anos. Essa tendência reflete uma mudança no cenário corporativo, onde a experiência e as habilidades generalistas são cada vez mais valorizadas. Empresas buscam líderes capazes de navegar em um ambiente de negócios complexo, marcado por avanços tecnológicos como a inteligência artificial, mudanças regulatórias e instabilidades geopolíticas.
Essa valorização de executivos mais experientes sugere um declínio do "culto à juventude" que caracterizou o setor de startups e tecnologia. A dificuldade em desenvolver novas lideranças internamente também contribui para a busca por profissionais com um histórico comprovado, que demonstrem competências como comunicação cuidadosa, aprendizado contínuo e colaboração, além de tomadas de decisão baseadas em dados. A experiência é vista como uma vantagem competitiva em tempos de incerteza, indicando um pragmatismo organizacional na escolha de seus líderes.
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