O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter o afastamento por tempo indeterminado do vice-prefeito de Macapá, Mário Neto, e de outros investigados. A medida, tomada em caráter monocrático, atende a um pedido da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República (PGR), devido a indícios de interferência nas investigações e o surgimento de novos fatos, como pagamentos atípicos e ocultação de provas. Mário Neto é suspeito de fraude em licitações, desvio de recursos na área da saúde e de emendas parlamentares.
A Operação Paroxismo investiga um esquema de direcionamento de licitações e lavagem de dinheiro, com foco na construção do Hospital Geral Municipal de Macapá. Além do vice-prefeito, a secretária municipal de Saúde, Érica Aymoré, e o presidente da comissão de licitação, Walmiglisson Ribeiro, também tiveram seus afastamentos mantidos. Mário Neto está proibido de acessar dependências públicas e sistemas do município, sob pena de prisão preventiva. O ex-prefeito Antônio Furlan, que havia sido afastado anteriormente, renunciou ao cargo para concorrer ao governo do Amapá.
1 abr, 08:01
12 mar, 17:02
5 mar, 17:01
4 mar, 10:04
5 fev, 15:12