O prefeito Dr. Furlan e o vice-prefeito Mario Neto, de Macapá, foram afastados por 60 dias após operação da Polícia Federal que investiga fraude em licitações da Secretaria Municipal de Saúde.
O prefeito Dr. Furlan (PSD) e o vice-prefeito Mario Neto (MDB) de Macapá foram afastados de seus cargos por 60 dias, após uma operação da Polícia Federal, batizada de "Paroxismo", que investiga fraudes em licitações na Secretaria Municipal de Saúde. A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) culminou no cumprimento de mandados de busca e apreensão em Macapá, Belém e Natal, envolvendo agentes públicos e empresários.
A investigação aponta para a existência de um esquema criminoso que visava direcionar licitações, desviar recursos públicos e lavar dinheiro em obras relacionadas ao Hospital Geral Municipal. O afastamento dos gestores ocorre em um contexto em que Dr. Furlan, recentemente filiado ao PSD e elogiado pelo presidente do partido, Gilberto Kassab, havia sido reeleito em 2024 com o maior percentual de votos entre as capitais brasileiras.