O prefeito Dr. Furlan (PSD) e o vice-prefeito Mario Neto (MDB) de Macapá foram afastados de seus cargos por 60 dias, por determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida é parte da segunda fase da "Operação Paroxismo" da Polícia Federal, que investiga fraudes em licitações e desvio de verbas federais destinadas à construção do Hospital Geral Municipal. A decisão de Dino visa evitar a manipulação de provas e a reincidência de crimes.
A investigação aponta para um esquema criminoso de direcionamento de licitações, com indícios de fraude na contratação da Santa Rita Engenharia Ltda., e movimentação atípica de R$ 9,8 milhões em saques. A PF suspeita que parte do dinheiro desviado foi transportada em veículos do prefeito e transferida para contas de suas companheiras. Além dos gestores, a secretária municipal de Saúde e o presidente da Comissão Especial de Licitação também foram afastados, e houve quebra de sigilo bancário e fiscal de 10 pessoas físicas e 3 jurídicas.
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