Moraes e Alcolumbre são acusados por Messias de golpe em indicação ao STF
Jorge Messias acusa Davi Alcolumbre e Alexandre de Moraes de orquestrarem sua derrota na indicação ao STF, gerando reação de "guerra" no governo.
Pontos principais
- Alexandre de Moraes foi decisivo na articulação de Davi Alcolumbre sobre a indicação de Jorge Messias ao STF e a dosimetria das penas do 8 de Janeiro.
- Jorge Messias teve sua indicação para o STF rejeitada pelo Senado com 42 votos contra e 34 a favor.
- Messias acusa Davi Alcolumbre e Alexandre de Moraes de orquestrarem sua derrota, chamando-a de "golpe".
- A revisão das penas do 8 de Janeiro exigia a anuência de Moraes, relator do caso, e sua aprovação representou um recuo para ele.
- O 'caso Master' aumentou a vulnerabilidade de Moraes e influenciou a negociação para barrar Messias, a quem Moraes preferia Rodrigo Pacheco para a vaga no STF.
- Uma ala do governo entrou em modo "guerra" para reagir à derrota de Messias, que é vista como um enfrentamento político direto.
Alexandre de Moraes emergiu como figura central nas articulações políticas em Brasília que definiram os rumos da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) e a dosimetria das penas dos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro. As negociações, orquestradas por Davi Alcolumbre, revelaram um complexo jogo de poder nos bastidores, onde a anuência de Moraes foi crucial para a revisão das penas, um movimento que representou um recuo para o ministro.
Após ter sua indicação para o STF rejeitada pelo Senado com 42 votos contrários, Jorge Messias acusou Alcolumbre e Moraes de orquestrarem um "golpe" contra ele. O episódio gerou uma reação de "guerra" em parte do governo, que vê a derrota como um enfrentamento político direto. O 'caso Master' aumentou a vulnerabilidade de Moraes e influenciou a negociação para barrar Messias, a quem Moraes preferia Rodrigo Pacheco para a vaga no STF. Messias também apontou a atuação de Flávio Dino nos bastidores para influenciar o resultado, e o Planalto se indignou com a participação do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, em um jantar antes da sabatina.
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