Alexandre de Moraes é o sujeito oculto do combo Messias-Dosimetria
A articulação política em Brasília, envolvendo a indicação de Jorge Messias ao STF e a dosimetria das penas do 8 de Janeiro, revela um complexo jogo de poder com Alexandre de Moraes como figura central nos bastidores, orquestrado por Davi Alcolumbre.
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01/05 às 07:23
Pontos principais
- Alexandre de Moraes é apontado como figura decisiva na articulação de Davi Alcolumbre sobre a indicação de Jorge Messias ao STF e a dosimetria das penas do 8 de Janeiro.
- A relação de confiança entre Alcolumbre e Moraes, junto a Rodrigo Pacheco, é destacada como um fator chave.
- A revisão das penas do 8 de Janeiro exigia a anuência de Moraes, relator do caso, e sua aprovação representou um recuo para ele.
- O 'caso Master' alterou o equilíbrio político, aumentando a vulnerabilidade de Moraes e influenciando a negociação para barrar Messias.
- A resistência à indicação de Jorge Messias já existia, com Moraes preferindo Pacheco para a vaga no STF.
- A negociação envolveu barrar Messias em troca de concessões como o enterro da CPI do Master e a dosimetria das penas.
- O episódio resultou no isolamento de André Mendonça e expôs alianças improváveis e traições na política brasileira, além de uma percepção de fraqueza do presidente Lula.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Alexandre de Moraes (ministro do STF)Jorge MessiasDavi Alcolumbre (presidente do Senado)Rodrigo PachecoAndré Mendonça (ministro do STF)Lula (presidente)Flávio Bolsonaro
Organizações
STF (Supremo Tribunal Federal)SenadoBanco Master
Lugares
Brasília

