Israel libertou a maioria dos ativistas da flotilha de ajuda a Gaza, mas manteve o brasileiro Thiago Ávila e um palestino para interrogatório, gerando acusações de "pirataria".

Israel libertou a maioria dos ativistas detidos na Grécia, após a interceptação de uma flotilha de ajuda humanitária que se dirigia a Gaza. No entanto, o brasileiro Thiago Ávila e um ativista palestino permanecerão presos em Israel para interrogatório, após terem sido capturados junto com cerca de 175 ativistas na quinta-feira.
A ação gerou forte condenação por parte da Global Sumud Flotilla, que denunciou o incidente como um ato de "pirataria". Em contrapartida, o Ministério das Relações Exteriores de Israel defendeu a interceptação, classificando a iniciativa da flotilha como um "golpe de relações públicas" e reiterando sua posição sobre o bloqueio a Gaza.
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