O mercado brasileiro de Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) registrou um salto significativo no volume negociado, com aumentos de até 332% entre março de 2025 e março de 2026. Esse crescimento é impulsionado por fatores como novas emissões de cotas, o aumento do free float e a atração de um número crescente de investidores. Fundos como GARE11, TRXF11, GGRC11, HGLG11 e HGBS11 foram alguns dos que apresentaram maior destaque nesse período.
Luiz Augusto do Amaral, CEO da TRX, ressalta que o setor entrou em uma nova fase, onde a liquidez, o free float e a governança são elementos cruciais. A maior liquidez tende a concentrar o fluxo em fundos de maior porte e mais líquidos, o que é particularmente atraente para investidores institucionais. A inclusão de FIIs em índices internacionais, como o FTSE Russell, também sinaliza uma potencial entrada de fluxo passivo via ETFs, embora o impacto desses veículos ainda seja limitado. A expectativa é que a queda da Selic e a estabilidade cambial possam acelerar o interesse de investidores estrangeiros.
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