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Desemprego atinge 5,1% em dezembro de 2025, menor taxa desde 2012, diz IBGE

A taxa de desocupação no Brasil caiu para 5,1% no trimestre encerrado em dezembro de 2025, consolidando uma taxa anual de 5,6%, o menor índice desde 2012.

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Foto: G1 - Economia
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30/01 às 14:44

Pontos principais

  • A taxa de desocupação em dezembro de 2025 foi de 5,1%, o menor índice da série histórica da Pnad Contínua, com queda de 0,5 p.p. ante o trimestre anterior.
  • A taxa anual de desocupação em 2025 fechou em 5,6%, o menor patamar desde o início da série histórica em 2012.
  • A população ocupada alcançou 103 milhões de pessoas, com nível de ocupação recorde de 59,1%, e a população desocupada somou 5,5 milhões, o menor contingente histórico.
  • A renda média mensal do trabalhador subiu para R$ 3.560 em 2025, um aumento de 5,7%, impulsionada por serviços de maior escolaridade e aumento do salário mínimo.
  • O número de trabalhadores com carteira assinada atingiu 38,9 milhões, o maior já registrado, e a informalidade diminuiu para 38,1%.

O mercado de trabalho brasileiro encerrou 2025 com resultados históricos, registrando a menor taxa de desocupação já observada. Em dezembro, a taxa de desocupação caiu para 5,1% no trimestre encerrado no mês, conforme dados da Pnad Contínua do IBGE, consolidando uma taxa anual de 5,6%. Este é o menor patamar desde o início da série histórica em 2012, representando uma queda de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e de 1,1 ponto percentual na comparação anual. A população desocupada somou 5,5 milhões de pessoas, também o menor contingente da série histórica.

Este cenário positivo reflete a criação de 1,279 milhão de postos de trabalho ao longo do ano, elevando o total de pessoas ocupadas para um novo recorde de 103,0 milhões e o nível de ocupação para 59,1%. Além da queda no desemprego, outros indicadores reforçam a melhora do cenário. A renda média mensal do trabalhador alcançou R$ 3.560 em 2025, representando um aumento de 5,7% em comparação com 2024, impulsionada pela expansão em serviços de maior escolaridade e o aumento do salário mínimo.

O número de trabalhadores com carteira assinada atingiu 38,9 milhões, o maior já registrado, e o número de empregados no setor privado alcançou 53,0 milhões de pessoas, um recorde na série histórica. A taxa anual de informalidade recuou de 39% em 2024 para 38,1% em 2025, indicando uma formalização crescente do emprego no país. A taxa composta de subutilização da força de trabalho também atingiu o menor nível da série histórica, em 13,4%.

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