O Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne para definir a taxa Selic, atualmente em 14,75% ao ano, em um cenário de crescente pressão inflacionária. A guerra no Oriente Médio tem impulsionado os preços do petróleo, gerando desconforto e cautela no comitê. Essa elevação dos custos de energia impacta diretamente a inflação e os preços dos combustíveis no Brasil, o que pode frear o ritmo de corte da taxa de juros, conforme avaliação de André Valério, economista sênior do Inter.
Analistas de mercado, no entanto, preveem uma redução de 0,25 ponto percentual na Selic, para 14,5% ao ano. A prévia da inflação (IPCA-15) acelerou para 0,89% em abril, acumulando 4,37% em 12 meses, e a estimativa de inflação para 2026 subiu para 4,86%, superando o teto da meta contínua do CMN. A ata da reunião anterior do Copom já indicava que as decisões futuras estariam atreladas à evolução do cenário global.
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