Os Correios registraram um prejuízo prévio de R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026, conforme balancete contábil. As receitas da empresa mantiveram-se estáveis em R$ 4 bilhões, mas as despesas totais dispararam para R$ 7,4 bilhões no período. O aumento das despesas foi significativamente influenciado por gastos financeiros, que saltaram 312% para R$ 925 milhões, e por provisões para perdas judiciais. A despesa com pessoal, por outro lado, teve um aumento mais contido de R$ 80 milhões.
A queda na receita de encomendas internacionais, que diminuiu 60,3% (R$ 237 milhões) no trimestre, é atribuída ao impacto do programa Remessa Conforme. Este resultado negativo se soma a uma sequência de 14 trimestres consecutivos de prejuízo para a estatal, que encerrou 2025 com um prejuízo total de R$ 8,5 bilhões. Apesar do cenário geral, alguns setores apresentaram crescimento, como os serviços de logística (150%), conveniência (56%), malotes (19,2%) e mensagens (11,4%).
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