Os Correios devem registrar um alto prejuízo em 2026, e o governo projeta que as estatais federais terão déficit até 2030, conforme o projeto da LDO de 2027.
Os Correios devem registrar um elevado prejuízo em 2026, mesmo com um plano de reestruturação em andamento. O governo projeta que as estatais federais, excluindo Petrobras, Eletrobras e bancos públicos, permanecerão no vermelho até 2030, com déficits previstos de R$ 6,75 bilhões em 2026 e R$ 7,55 bilhões em 2027, conforme o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027. O documento indica a necessidade de aportes de capital da União nos Correios até 2027.
Para reverter o cenário, os Correios implementam medidas como redução de custos, saneamento de planos de previdência e saúde, programas de demissão voluntária (PDVs) e alienação de imóveis. Em março, a ministra Esther Dweck mencionou que aportes da União estão previstos em um contrato de empréstimo de R$ 12 bilhões firmado em dezembro de 2025. Adicionalmente, o Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou a empresa a captar mais R$ 8 bilhões em empréstimos com garantias da União. O déficit das estatais federais foi de R$ 5,13 bilhões no ano passado e R$ 4,1 bilhões no primeiro bimestre deste ano.
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