Viktor Orbán, figura proeminente na política europeia desde 1990, anunciou que deixará sua cadeira no Parlamento húngaro após a derrota nas eleições de abril. A decisão tem como objetivo permitir que Orbán se dedique à reorganização de seu grupo político, o Fidesz, do qual ele pretende continuar sendo presidente caso seja reconduzido em congresso em junho.
Orbán perdeu o comando do governo para seu ex-aliado Péter Magyar, cujo partido Tisza conquistou uma maioria de dois terços no Parlamento. A coalizão Fidesz-KDNP de Orbán obteve 52 assentos, enquanto o Partido Tisza conseguiu 141. A nova legislatura da Hungria iniciará em 9 de maio, com o novo governo desfrutando de ampla maioria.
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