Sites de "mercados de previsão", como Kalshi e Polymarket, que permitem apostar em diversos eventos, estão gerando atrito com as bets esportivas no Brasil e enfrentam escrutínio regulatório.

Sites de "mercados de previsão", como Kalshi e Polymarket, que permitem apostar em uma vasta gama de eventos, de economia a política, estão gerando atrito com as casas de apostas esportivas no Brasil. As bets esportivas argumentam que esses mercados devem seguir a mesma regulamentação, incluindo a exigência de uma licença de R$ 30 milhões. Em resposta, o Ministério da Fazenda está estudando a regulamentação desses mercados, enquanto o Banco Central já proibiu a oferta e negociação de apostas de previsões atreladas a eventos esportivos, políticos e sociais no Brasil.
As plataformas de previsão, algumas avaliadas em bilhões de dólares, defendem-se afirmando que seus usuários apostam entre si, e que os preços são definidos pela interação dos participantes, diferentemente das bets que apostam contra a casa. No entanto, especialistas alertam para os riscos de manipulação e a necessidade de uma regulamentação coordenada entre diversos órgãos para evitar a ausência de controle, um cenário que também se observa nos EUA, onde esses mercados enfrentam polêmicas e desafios regulatórios.
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