A ENBPar, estatal que controla a Eletronuclear, pode precisar de um aporte financeiro do Tesouro Nacional em 2027, conforme indicado no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027. A necessidade de recursos é impulsionada pela situação financeira da Eletronuclear, que enfrenta altos custos para a extensão da vida útil da usina Angra 1 e incertezas quanto à conclusão de Angra 3. A Eletronuclear gasta mais de R$ 1 bilhão por ano apenas com a manutenção de Angra 3, e seu presidente interino, Alexandre Caporal, alertou para o esgotamento do caixa da empresa.
A ENBPar detém a maioria do capital votante da Eletronuclear, garantindo o controle estatal da empresa. A situação da ENBPar reflete um cenário mais amplo de desafios financeiros para estatais federais, que registraram um déficit de R$ 5,1 bilhões em 2025 e R$ 4,1 bilhões no primeiro bimestre de 2026, com os Correios sendo o principal contribuinte para esse resultado negativo.
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