A Operação Sem Desconto, que investiga fraudes em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), completa um ano com a devolução de R$ 2,95 bilhões a 4,34 milhões de segurados. As investigações apontam que os desvios, ocorridos entre 2019 e 2024, podem chegar a R$ 6,3 bilhões, com aproximadamente 4 milhões de beneficiários ainda não tendo se manifestado sobre os descontos indevidos. O INSS prorrogou o prazo até 20 de junho para que aposentados e pensionistas contestem essas cobranças.
O esquema fraudulento consistia na cobrança de mensalidades irregulares por associações sem a devida autorização dos beneficiários, muitas vezes sem oferecer os serviços prometidos. Em resposta, uma lei foi sancionada para proibir descontos associativos em benefícios do INSS, embora um trecho que previa a busca ativa de lesados tenha sido vetado. A operação já resultou em prisões, incluindo ex-dirigentes do INSS e empresários ligados ao esquema.
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