Desembargador suspende uso de bens do DF para capitalizar BRB
Um desembargador do TJDFT suspendeu novamente o uso de bens públicos do Distrito Federal para capitalizar o BRB, que enfrenta uma crise de R$ 12 bilhões.
Pontos principais
- O BRB aprovou um aumento de capital de até R$ 8,8 bilhões para cobrir perdas de operações com o Banco Master.
- Acionistas e o Governo do DF têm até 28 de maio para comprar novas ações e evitar a diluição de sua participação.
- Um desembargador do TJDFT suspendeu trechos de uma lei que permitia o uso de bens públicos para socorrer o BRB.
- A decisão atende a um pedido do MPDF, que questiona a aprovação da lei sem análise de impacto ambiental e socioeconômico.
- Os trechos suspensos previam aporte direto, alienação prévia de bens públicos ou operações de crédito de até R$ 6,6 bilhões para o BRB.
O BRB aprovou um aumento de capital de até R$ 8,8 bilhões, visando cobrir um rombo financeiro decorrente de operações malsucedidas com o Banco Master. Acionistas e o Governo do Distrito Federal, que detém 53,71% do banco, têm até 28 de maio para exercer o direito de preferência e adquirir novas ações, evitando a diluição de sua participação. Para o GDF, o investimento necessário pode chegar a R$ 4,72 bilhões. Essa medida busca fortalecer o capital mínimo prudencial do BRB e permitir a expansão de suas operações.
No entanto, um desembargador do TJDFT suspendeu novamente trechos de uma lei que permitia o uso de bens públicos do Distrito Federal para capitalizar o BRB, que enfrenta uma crise de R$ 12 bilhões. A decisão atende a um pedido do Ministério Público do DF, que questiona a aprovação da lei sem análise de impacto ambiental e socioeconômico. Os trechos suspensos previam aporte direto, alienação prévia de bens públicos ou operações de crédito de até R$ 6,6 bilhões para o BRB, além de detalhar o uso de oito imóveis públicos. As operações com o Banco Master estão sob investigação por suspeita de fraude.
Comentários
Carregando comentários...
