As bolsas de Nova York encerraram o pregão em baixa, refletindo a crescente aversão ao risco global. A escalada das tensões no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, com relatos de ataques aéreos, ameaças de retaliação e um impasse nas negociações de paz, foi um dos principais fatores que pressionaram os mercados. A situação no Estreito de Ormuz, com relatos de interceptação de petroleiros iranianos, impulsionou os preços do petróleo pelo quarto dia consecutivo, contribuindo para a volatilidade. Além do cenário geopolítico, resultados corporativos e projeções de empresas de tecnologia também contribuíram para o sentimento negativo.
Empresas como Tesla, IBM e Freeport-McMoRan registraram quedas após a divulgação de seus balanços, com a Tesla invertendo ganhos após Elon Musk sinalizar aumento de investimentos que impactariam o fluxo de caixa. Microsoft e Meta viram suas ações desvalorizarem em meio a planos de demissões em larga escala. Em contraste, empresas de petróleo como Exxon e Chevron apresentaram alta, beneficiadas pela valorização do barril. Apenas a Apple, entre as "sete magníficas", conseguiu fechar o dia com ganhos.
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