Mercados globais caem com petróleo acima de US$ 100 e inflação nos EUA
Mercados globais, incluindo as bolsas de Nova York, fecharam em baixa devido à expectativa pelo índice de inflação PCE nos EUA e à escalada dos preços do petróleo, impulsionada pelo conflito com o Irã.
Pontos principais
- Futuros dos EUA caem à espera do índice de preços de despesas de consumo pessoal (PCE) de janeiro.
- Preços do petróleo superam US$ 100 o barril devido ao conflito com o Irã e ameaça de fechamento do Estreito de Ormuz.
- O Líder Supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, afirmou que o Estreito de Ormuz deve permanecer fechado.
- A valorização do petróleo e temores inflacionários diminuem as expectativas de cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve em 2026.
- Bolsas de Nova York, como Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq, registraram quedas significativas na semana.
- Barclays ajustou sua previsão, esperando apenas um corte de juros de 25 pontos-base pelo Fed em 2026 e outro em 2027.
Os mercados globais registraram quedas nesta sexta-feira, com os futuros de Nova York operando em baixa, enquanto investidores aguardam a divulgação do índice de preços de despesas de consumo pessoal (PCE) de janeiro nos Estados Unidos. Este indicador é o preferido do Federal Reserve para medir a inflação, e sua expectativa gera cautela nos mercados. As bolsas de Nova York encerraram a semana em baixa, com Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq registrando quedas significativas, impulsionadas pela aversão a riscos.
Paralelamente, os preços do petróleo ultrapassaram a marca de US$ 100 o barril, impulsionados pela escalada do conflito envolvendo o Irã. O novo Líder Supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, declarou que o Estreito de Ormuz deve permanecer fechado, e Teerã pode abrir novas frentes de guerra. A valorização do petróleo, somada aos temores inflacionários, diminui as expectativas de cortes nas taxas de juros pelo Fed em 2026. O Barclays, por exemplo, ajustou sua previsão, esperando apenas um corte de juros de 25 pontos-base pelo Fed em 2026 e outro em 2027. Mercados da Ásia-Pacífico e Europa também operam em baixa.
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