Trump avalia estender isenção do Jones Act para transporte de petróleo
O presidente Trump considera estender a isenção do Jones Act, implementada devido à guerra no Irã, para continuar facilitando o transporte de petróleo nos EUA e reduzir custos de combustível.
Pontos principais
- Trump suspendeu temporariamente o Jones Act por 60 dias em 18 de março para mitigar o aumento dos preços do combustível causado pela guerra no Irã.
- A isenção permitiu que 40 navios-tanque transportassem cerca de 9 milhões de barris de petróleo entre portos dos EUA, aumentando a frota em 70%.
- A medida teve impacto no Alasca, onde o combustível de aviação importado sob a isenção equivale a aproximadamente metade do consumo mensal do estado.
- Um conselheiro indicou que Trump está satisfeito com os resultados e deseja manter a isenção enquanto o Irã for uma ameaça e os preços estiverem altos.
- A Casa Branca confirmou que nenhuma decisão final foi tomada, mas reconheceu que a isenção mitigou custos e aumentou o fornecimento de petróleo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está avaliando a extensão de uma isenção da lei Jones Act, inicialmente implementada em 18 de março por 60 dias. A medida visa continuar a facilitar o transporte de petróleo dentro do país e mitigar os custos de combustível, impactados pela guerra no Irã. Durante o período da isenção, 40 navios-tanque transportaram aproximadamente 9 milhões de barris de petróleo entre portos americanos, o que representou um aumento de 70% na frota disponível para essa finalidade.
A isenção teve um impacto notável, especialmente no Alasca, onde o volume de combustível de aviação importado sob essa condição equivale a cerca de metade do consumo médio mensal do estado. Embora a Casa Branca tenha afirmado que nenhuma decisão final foi tomada, um conselheiro de Trump indicou que o presidente está satisfeito com os resultados e considera manter a isenção enquanto a ameaça iraniana persistir e os preços do combustível permanecerem elevados. A lei Jones Act é alvo de debates, com críticos apontando para o aumento de custos e defensores argumentando que ela apoia a indústria naval dos EUA.
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