O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu por 120 dias o início da execução penal da advogada Aline Morais de Barros, condenada a 14 anos de prisão pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. A decisão foi tomada após a advogada passar por uma cirurgia de histerectomia total, concedendo um prazo maior do que os 60 dias solicitados pela defesa para a recolocação da tornozeleira eletrônica.
Aline Morais de Barros foi condenada pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado. Além da pena de prisão, ela deve pagar cem dias-multa e participar da indenização coletiva de R$ 30 milhões por danos morais. A advogada estava em liberdade provisória desde maio de 2023 e foi apontada como organizadora de caravanas para Brasília com o objetivo de abolir o Estado Democrático de Direito.
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