Ex-presidente do BRB troca defesa por advogados de delação premiada
Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, substituiu sua equipe de defesa por advogados com experiência em delações premiadas, enquanto o STF avalia sua prisão na Operação Compliance Zero.
Pontos principais
- Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, trocou sua equipe de defesa, contratando Eugênio Aragão e Davi Tangerino.
- Davi Tangerino é conhecido por atuar em casos de delação premiada, sugerindo uma nova estratégia de defesa.
- Costa está preso no Complexo Penitenciário da Papuda, sob suspeita de receber R$ 140 milhões em propina na venda do Banco Master ao BRB.
- O Supremo Tribunal Federal (STF) está julgando a manutenção de sua prisão na Operação Compliance Zero.
- Os ministros André Mendonça e Luiz Fux já votaram a favor da manutenção da prisão.
Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), trocou sua defesa jurídica, contratando os advogados Eugênio Aragão e Davi Tangerino. A mudança ocorre enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) julga a manutenção de sua prisão, decretada no âmbito da Operação Compliance Zero. Tangerino é conhecido por sua atuação em casos de delação premiada, o que sugere uma possível nova estratégia de defesa para Costa, que está preso no Complexo Penitenciário da Papuda.
Costa foi preso sob a acusação de ter recebido R$ 140 milhões em propina relacionada à venda do Banco Master para o BRB. No julgamento do STF, os ministros André Mendonça e Luiz Fux já votaram pela manutenção da prisão. Anteriormente, Costa era defendido por Cléber Lopes, advogado próximo a Ibaneis Rocha. O ministro Dias Toffoli declarou-se suspeito, e os votos dos ministros Gilmar Mendes e Kassio Nunes Marques ainda são aguardados para a conclusão do caso.
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