O cessar-fogo entre Israel e Hezbollah, mediado pelos EUA, enfrenta relatos de violações e insegurança, enquanto um ataque israelense momentos antes da trégua resultou na perda de 13 membros de uma família libanesa.
No segundo dia do cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah, mediado pelos Estados Unidos, a situação no sul do Líbano permanece incerta, com relatos de violações e um clima de insegurança. Enquanto moradores da cidade fronteiriça de Khiam tentam retornar gradualmente às suas casas, o Exército libanês acusou Israel de atacar vilarejos, violando a trégua. Israel, por sua vez, afirmou ter realizado ataques contra "terroristas" que se aproximavam de suas forças. A tensão foi agravada pela morte de um pacificador da ONU em um incidente separado, e ambos os exércitos recomendaram que os moradores evitem retornar às áreas afetadas.
A fragilidade do cessar-fogo foi tragicamente evidenciada por um ataque israelense em Tiro, no Líbano, momentos antes da trégua entrar em vigor. Hassan Abu Khalil perdeu 13 membros de sua família na ação, que destruiu sua casa. Equipes de resgate recuperaram os corpos e resgataram 35 sobreviventes feridos, mas 15 pessoas ainda estavam desaparecidas. Os militares israelenses declararam que seus ataques tinham como alvo militantes do Hezbollah, quartéis-generais e lançadores de foguetes. O Ministério da Saúde do Líbano registrou 2.294 mortes entre 2 de março e quinta-feira, incluindo 177 crianças e 274 mulheres, enquanto o Hezbollah disparou foguetes contra cidades israelenses nas horas finais antes do cessar-fogo.
G1 Mundo • 18 abr, 16:25
NYTimes World • 18 abr, 11:56
BBC World • 18 abr, 08:47
26 abr, 22:02
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22 abr, 11:08
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