A Rússia intensificou seus ataques contra a Ucrânia, lançando uma das maiores ofensivas com mísseis e drones dos últimos meses, resultando no ataque mais letal do ano. A ofensiva, ocorrida entre a tarde de quarta-feira (15) e a manhã de quinta-feira (16), foi direcionada a alvos civis e resultou na morte de pelo menos 18 pessoas, deixando dezenas de feridos, incluindo uma criança de 12 anos. Cidades como Kiev, Odessa, Dnipro e Zaporizhzhia foram as mais afetadas, com relatos de incêndios e danos significativos a edifícios residenciais e um hotel em Kiev.
A ofensiva ocorre durante o período da Páscoa Ortodoxa, uma data que havia gerado expectativas de um possível cessar-fogo. No entanto, a ação russa, atribuída às forças de Vladimir Putin, dissipou qualquer esperança de uma trégua duradoura, indicando a continuidade das hostilidades. Em resposta, a Ucrânia realizou ataques de drones ao porto de Tuapse, na Rússia, que abriga uma refinaria de petróleo, e Moscou relatou que um ataque ucraniano matou duas pessoas em seu território. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, buscou apoio internacional para sistemas de defesa aérea e pediu que a comunidade global mantenha a pressão sobre a Rússia e cumpra as promessas de assistência à Ucrânia. Moscou alegou ter atingido instalações de produção de mísseis e drones, além de alvos de energia, enquanto Kiev reportou ter abatido 31 mísseis e 636 drones russos.
BBC World • 16 abr, 12:20
Folha de São Paulo - Mundo • 16 abr, 09:01
InfoMoney • 16 abr, 09:34
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