A Ucrânia enfrenta uma escalada sem precedentes após o colapso de um acordo de cessar-fogo, resultando em uma ofensiva russa massiva que persiste por dois dias. O presidente Volodymyr Zelensky informou que mais de 1.560 drones de ataque foram lançados, acompanhados por 56 mísseis. A capital, Kyiv, foi um dos principais alvos, registrando pelo menos oito mortes, incluindo uma criança de 13 anos, e 44 feridos. A intensidade do bombardeio é classificada como a maior desde o início da invasão, representando um golpe severo nas perspectivas de negociações de paz. Relatos recentes indicam que a ofensiva continua, resultando em mais uma morte e 40 feridos adicionais.
As unidades de defesa aérea ucranianas conseguiram interceptar 652 drones e 41 mísseis, mas a persistência dos ataques impõe um desafio crítico à infraestrutura de segurança do país. Autoridades locais alertam que a tática russa visa saturar os sistemas de defesa, tornando a interceptação cada vez mais difícil. Paralelamente, o impacto regional do conflito se expande: a Letônia enfrenta uma crise governamental significativa relacionada à gestão de uma incursão de drones, com relatos indicando que a primeira-ministra Evika Siliņa pode renunciar ao cargo devido à pressão política interna.
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