Ofensiva russa com mais de 1.500 drones e mísseis atinge a Ucrânia, deixando mortos e feridos, enquanto a Letônia enfrenta crise política interna.
A Ucrânia enfrenta uma escalada militar sem precedentes após o colapso de um acordo de cessar-fogo, resultando em uma ofensiva russa massiva que persistiu entre os dias 13 e 14 de maio de 2026. O presidente Volodymyr Zelensky informou que mais de 1.560 drones de ataque foram lançados, acompanhados por 56 mísseis. A capital, Kyiv, e diversas regiões estratégicas foram os principais alvos, registrando um total de nove mortes e 84 feridos. A intensidade do bombardeio é classificada como uma das maiores desde o início da invasão, representando um golpe severo nas perspectivas de negociações de paz e marcando uma escalada significativa nas operações aéreas russas.
As unidades de defesa aérea ucranianas conseguiram interceptar 652 drones e 41 mísseis, mas a persistência dos ataques impõe um desafio crítico à infraestrutura de segurança do país. Autoridades locais alertam que a tática russa visa saturar os sistemas de defesa, tornando a interceptação cada vez mais difícil. Paralelamente, o impacto regional do conflito se expande: a Letônia enfrenta uma crise governamental significativa relacionada à gestão de uma incursão de drones, com relatos indicando que a primeira-ministra Evika Siliņa pode renunciar ao cargo devido à pressão política interna.
Folha de São Paulo - Mundo • 14 mai, 21:38
The Guardian World • 14 mai, 11:29
SCMP - World • 14 mai, 06:10
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