Eduardo Bolsonaro faltou a um interrogatório agendado para esta terça-feira (14) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) referente à acusação de coação no curso do processo. Ele é réu em uma ação sob suspeita de coação à Justiça, por supostamente tentar obter sanções e tarifas do governo dos Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump, contra o Brasil e autoridades do Judiciário. A Procuradoria-Geral da República (PGR) alega que a estratégia de Bolsonaro e Paulo Figueiredo visava ameaçar ministros do STF com sanções estrangeiras, em retaliação ao julgamento que resultou na condenação de seu pai, Jair Bolsonaro, e outros envolvidos na tentativa de golpe de 2022. O STF aceitou a denúncia da PGR em novembro do ano passado.
A ausência de Eduardo Bolsonaro prejudicou o interrogatório, mas permite que o caso prossiga para as fases finais antes do julgamento. O juiz auxiliar de Alexandre de Moraes abrirá prazo para novas diligências ou alegações finais da PGR e da Defensoria Pública da União. Bolsonaro foi citado por edital, pois não foi localizado pessoalmente para a notificação do processo, e está sendo representado pela Defensoria Pública da União, uma vez que não indicou um advogado particular para o caso. Como réu, Eduardo Bolsonaro não é obrigado a prestar depoimento.
Agência Brasil - EBC • 14 abr, 15:48
InfoMoney • 14 abr, 16:38
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