O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu ocultar o CPF de candidatos, uma medida que, apesar dos avanços em transparência, é vista como um retrocesso que dificulta a fiscalização eleitoral.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem sido proativo na busca por maior transparência no processo eleitoral brasileiro, realizando consultas e audiências públicas anuais para atualizar suas normativas e observando um aumento na participação em testes públicos de urnas eletrônicas. No entanto, uma recente decisão de ocultar o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) dos candidatos tem gerado preocupação.
Essa medida é vista por especialistas como um retrocesso significativo, pois dificulta a fiscalização por parte da sociedade e de órgãos de controle. A ocultação do CPF pode comprometer a capacidade de verificar informações e a conformidade dos candidatos, sendo essencial que a decisão seja revista e revertida antes das eleições de 2026 para garantir a integridade e a transparência do pleito.
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